Quinta-feira, 4 de Agosto de 2011

Prefácio de Pride - Not found

E pronto, a partir de hoje (há 1:43 que já é hoje) podem falar com a Cally e com o Will, não se esqueçam de ver se estou disponível. Provavelmente hoje só estarei de noite, porque vou cortar o cabelo e à piscina. E de manhã devo ir com o meu tiaguinho à praia. :x

Está na terceira pessoa, mas estava a pensar por exemplo quando postar aquelas frases/momentos/pensamento da Cally na primeira pessoa.

 

O nome é fatela, mas vocês ao longo da história vão perceber o porquê.

 

Prefácio - Dia 1.


 

A estrada estava deserta tudo que se via no caminho de terra batida, com ervas daninhas a brotar das bordas, era Callypso Greek. Uma rapariga de cabelo louro, olhos castanhos como as folhas e ervas secas do outono, uns lábios vermelhos carnudos e uma pele suave e muito branca. Limpou os seus olhos esborratando a maquilhagem, que trazia bem fincada nos seus olhos, e virou para a casa de Andrea. A rapariga ainda devia estar nas aulas de música, mas Cally gostava de chegar mais cedo. Foi até à garagem de Andrea e retirou um porta-chaves com pelo menos sete chaves. Olhou para a fechadura da porta e viu o nome da fábrica, depois verificou se encontrava numa das chaves e encontrou duas. Abriu a porta e descalçou os seus chinelos rasos antes de entrar. Olhou para todos os lados para ver se havia alguém em casa. Andrea vivia sem qualquer luxo. Logo à frente da cozinha estava a sala, não havia televisão. Virou-se para trás e viu um cacho de uvas. Sorriu e pegou nele. Foi sentar-se num dos sofás e sorriu quando ela entrou. A rapariga com caracóis até aos ombros estagnou ao vê-la
                -O que estás aqui a fazer? – Perguntou-lhe assustada. Cally sorriu-lhe tristemente e Andreia entendendo veio abraça-la, mas Callypso afastou-se. Não podia ter contacto físico com ela. Quando reparou que a rejeitara deu-lhe um sorriso amarelo. – Foi a tua mãe outra vez? – Perguntou realmente preocupada.
Cally assentiu e limpou uma lágrima.
                -Desculpa – disse abanando o cacho de uvas vazio. – Estava com fome.
                -Descansa. Como entraste?
                -Procurei – Ela sorriu-lhe. Andrea fez o mesmo e sem que ela reparasse Cally retirou uma faca do seu bolso e escondeu-a atrás das costas. – Quando a tua mãe chega a casa?
                -Muito tarde, hoje é ela a fechar a loja. – A loura assentiu e olhou-a atentamente enquanto mostrava a faca. Andrea arregalou os olhos assustada.
                -O que é isso? Tens ataques suicídas?! – Perguntou num tom de exclamação tentando agarrar a faca, Cally afastou-se dela.
                -Suicídas?! Não! - exclamou - eu nunca me mataria. Agora homicídas… Isso é outra coisa, darling.– Murmurou com uma voz completamente diferente do que Andrea estava habituada a ouvir. Era assustadora, mas não era como aquelas dos filmes em que ela se ria a seguir para se fazer de má, era uma voz séria e perturbadora. Andrea arrepiou-se com o medo e a adrenalina que lhe percorria o corpo. Cally sorriu ao vê-la, mais uma vez, estagnar com o medo, nem a adrenalina a fazia correr aos gritos e a gritar por ajuda. Foi uma questão de segundos para ela dar dois passos e enfiar-lhe a faca na mama direita perfurando-lhe um pulmão. Rapidamente Andrea caiu no chão com falta de ar e sem forças para gritar. Vendo-a em sofrimento Cally cravou-lhe novamente a faca, mas desta vez na parte esquerda do peito onde estava o coração. Cally sabia que no segundo em que ela retirasse a sua faca do peito o seu coração pararia. Sorriu quando a tirou e viu os olhos de Andrea a formarem o pequeno véu da morte. O sangue tinha-se espalhado pela roupa da vítima e pelo chão da casa. Quando a mãe chegasse ia ter um ataque de coração, mas ela também não conhecia Cally, por isso não havia nada com que se preocupar. O seu teatro tinha sido perfeito como sempre.
Pegou no cacho vazio de uvas que estava em cima do tapete e trouxe a faca consigo. Ao sair da casa fechou a porta e voltou a pôr a chave onde estava. Ela colocou os headphones pela cabeça e começou a ouvir música. Quando entrou na estrada deserta viu a mota de Will a vir ao seu encontro. Sorriu-lhe e ele fez-lhe o mesmo.
                Ao entrar em casa de Will a primeira coisa que fez foi despir-se,  retirar as luvas transparente que eram quase invisíveis, parecia que nem as tinha e pegar no casaco do amigo. Atirou tudo para o lixo assim como o cacho de uvas que tinha trazido de casa de Andrea. Tinha deixado a faca no trabalho do tio, ele não só sabia de tudo como fazia pior que ela e que o pai. O seu trabalho era fazer garrafas de vidro e deitar as facas dela no fogo sem deixar qualquer pista.
Depois de tirar toda a maquilhagem que tinha, o que se via era uma rapariga com cabelo pintado de vermelho e cor de laranja e uns olhos verdes como as folhas e ervas na Primavera e Verão.
                -O que vais fazer ao meu casaco? – Perguntou  Will agarrando no casaco de cabedal como para o proteger.
                -Vou – Cally acendeu um isqueiro para lhe explicar. Ele olhou-a alarmado entendendo o que eu queria dizer com aquilo.
                -Nem penses Callypso! É o meu melhor casaco e ainda por cima é novo! – Resmungou. Cally aproximou-se com o olhar de um bebé a pedir algo e deu-lhe um beijo no canto do lábio. Tirou-lhe o casaco. -Isso não vale Cally! Tu estavas a seduzir-me. – Continuou Will a resmungar.
                -Se é novo ainda deve haver mais na loja. Eu compro-te um. – Descansou-o ela. Will fez uma cara zangada, pois sabia que com ela, ele não podia dizer não.
                -Mas porque é que o vais queimar? – Cally suspirou perante a inocência de Will.
                -Will, as minhas luvas estavam cheias de sangue e eu agarrei-me a ti. Se suspeitarem de mim vão revistar as minhas coisas e a seguir as tuas porque és o meu melhor amigo. Não te quero mais envolvido nisto do que já estás! – Ele assentiu e deu-lhe um beijo na testa dando de seguido um abraço. Cally ficou um pouco estática e sem saber o que fazer, pois Will não costumava abraça-la. – Will – murmurou. Ele afastou-se com ar de gozo.
                -Eu ia usar o casaco no concerto de amanhã, sua estúpida. –  Cally riu-se e ateou fogo ao lixo. 

 

Já expliquei como é que podem falar com as personagens no post a baixo.

 

Mas e então? Gostaram? Está muito mau? Ai por favor quero opiniões!

 

Quem quiser pode dizer para eu avisar quando postar, não em importo nada.

Post Scriptum: ,
publicado por Cate J. às 01:35
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13 comentários:
De Eleanor. a 4 de Agosto de 2011 às 02:06
oh my gosh amei :D
podes avisar-me quando postares?
Beijinhos


De allison a 5 de Agosto de 2011 às 02:32
está realmente fantástico. Muito bom mesmo. Estou curiosa para ler mais :b


De carolaina a 5 de Agosto de 2011 às 10:36
Só tenho uma palavra a dizer: Adorei!


De J. a 5 de Agosto de 2011 às 10:55
Está fantástico! :) Estou super ansiosa pelo próximo capítulo ;)


De psycho ; a 5 de Agosto de 2011 às 13:38
OMG AMEEEEEEEEEEEEEEEEI


De Felícia a 6 de Agosto de 2011 às 15:14
Cally má... Amei!! xDD Só te peço uma coisinha, muda aqui a cor da letra, porque uma pessoa não consegue ver o que está a escrever e é uma atrapalhação! xDD Já agora, avisa quando tiveres caps. novos desta, sff ;D


De Cate J. a 6 de Agosto de 2011 às 16:04
sim okay eu aviso.
não sei bem a cor que ponha x)
vou tirar o gif


De NattahL a 7 de Agosto de 2011 às 17:47
Adorei, isso de matar pessoas cativou lgo ;)
quero mais
xoxo'


De maraft ♥ a 12 de Agosto de 2011 às 18:41
avisa-me quando postares (:


De Andrusca ღ a 14 de Agosto de 2011 às 17:02
Eu gostei :o
É uma ideia diferente, de certeza que vais fazer uma óptima história *-*


De Vitor a 30 de Agosto de 2011 às 01:45
Eu disse-te que ainda hoje deixava aqui um comentário e o prometido é devido.
Gostei bastante deste prefácio, o rapaz ficou logo lixado porque a Cally estava a tentar seduzi-lo. mas o que ele queria sei eu xD
Continua a escrever assim
bjs de um amigo


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